Categoria – Educação Financeira

Educação Financeira

Hábito e Crenças – Criando novas possibilidades

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Sustentabilidade Financeira: Uma Questão Comportamental

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Voce já pensou no que faz a gente evoluir?

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Gestão Consciente do Dinheiro, voce faz?

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Oniomania: Comprar compulsivamente é sinal de doença

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Crenças sobre Dinheiro – Quais são as suas?

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Autoconhecimento: A Chave para Educação Financeira

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Hábito e Crenças – Criando novas possibilidades

Hábito e Crenças – Criando novas possibilidades

Hábito e Crenças – Criando novas possibilidades

Adequar nossa vida e encaixar nossos desejos e sonhos com as nossas possibilidades financeiras reais é o nosso maior desafio. No dia a dia sofremos uma carga e exposição muito grande aos impulsos de consumo. Somos estimulados o tempo todo. Mas é necessário começar a diferenciar nossos caminhos, estabelecendo metas.

O primeiro passo a ser dado é estar disposto e aberto a mudança. Nem sempre é um processo fácil pois poderemos restringir nossos hábitos e ficaremos expostos a família, amigos, colegas de trabalho. Quando falamos em mudança, automaticamente pressupõem-se que haverá perdas e que os ganhos podem ser incertos. Mas devemos entender que Limitaremos nossos gastos por um tempo necessário para buscar equilíbrio e sendo assim, os ganhos serão inevitáveis.

Para que este desejo de ter melhor equilíbrio financeiro devemos antes de tudo, elevar nosso nível de confiança e integridade.

Confiança no caminho que estamos escolhendo e Integridade para honrar os compromissos e metas que estabelecemos.

O resultado, se mantermos estes dois pilares será o início para que tenhamos uma vida plena, feliz, proveitosa e equilibrada financeiramente.

Agora, precisamos distinguir a nossa maneira de olhar para as contas. Através do hábito ou da crença?

Através do hábito, fazemos nosso orçamento sem planejamento, olhando apenas para o mês seguinte, para as despesas do dia a dia. O movimento que se repete o tempo todo, todos os meses.

Crença:  quando realmente planejamos financeiramente a nossa vida de forma eficaz, incluindo situações de bem-estar, diversão. Não olhar apenas para as despesas mandatórias de curto prazo. É olhar para médio e longo prazo, incluindo todos nossos sonhos, prováveis e possíveis. Criar possibilidades e estar integro e comprometido com elas, sendo uma fonte de inspiração para você mesmo e para outros que compartilham de sua vida.

Não existem modelos prontos perfeitamente adequados para cada pessoa, família ou empresa. O importante é que sejam erguidos pilares envolvimento e integridade entre você e as pessoas ao seu redor.

Pense nisso!

Nós do cuidando do seu dinheiro, estamos abertos para compartilhar nossas experiências e contribuir para que você possa criar a sua realidade financeira de forma saudável, integra e confiável.

powered by Coach Neurociência – Gustavo Carvalho

Sustentabilidade Financeira: Uma Questão Comportamental

Sustentabilidade Financeira: Uma Questão Comportamental

São muitas coisas para fazer em apenas 24 horas do dia…

Estamos diariamente lutando contra o tempo em todos, seja, saindo cada dia mais cedo para trabalhar ou dormindo mais até mais tarde para tentar relaxar. A verdade é que estamos sendo conduzidos a fazer as coisas cada vez mais rápido. Muitas vezes, nem sabemos ao certo o por que disso tudo, o fato é que estamos lutando contra o tempo o tempo todo.

Trabalhar, estudar, cuidar da família, brincar com os filhos, sair com os amigos, ler um livro, assistir um filme, conversar coma esposa ou namorada, trocar uma palavra com seus pais, fazer as compras do supermercado, etc. Somos requisitados a todo instante a doar um pouco de nós mesmos.

Em meio a tudo isto, é comum a falta de disciplina e que gera uma agenda bagunçada. Falta-nos tempo para planejar a vida e pensar a médio e longo prazo. Desestruturamos o nosso planejamento mensal, consumimos por impulso e, muitas vezes fazemos dívidas mal planejadas.

Passamos a maior parte do tempo pensando em maneiras de ganhar dinheiro mas não em como gastá-lo. O dinheiro não serve apenas como reserva de valor, ele também erve para ser gasto em momentos de satisfação e bem-estar.

Envolver a família, reconectar-se com seus filhos é um movimento importante no desenvolvimento deste planejamento. Criar espaços onde todos possam discutir em como utilizar os recursos, são na verdade, o espaço da família.

Pensamos em 4 ações para criar este espaço de Vida Sustentável. Pare, Pense, Reflita nestas 4 ações que propomos a seguir:

  • Elabore um diagnóstico e Estime: Imagine o que você quer para sua vida e de seus familiares no futuro, sem trazer velhos comportamentos. Faça um relatório realista de seus gastos correntes
  • Registre e Teste: Faça uma análise dos seus gastos. Discuta com a família e diferenciem o necessário do supérfluo. Testar mudanças no orçamento ajudará a entender a origem dos gastos.
  • Almeje e Priorize: Defina onde você destinará seus recursos. Agora é a hora de priorizar a sua vida e seus sonhos com o orçamento adequado.
  • Ajuste: Não somos 100% assertivos, se necessário, faça pequenos ajustes para que a sua meta não seja desviada.

Reveja suas crenças, reorganize-se e vá em busca de suas metas. Seja um idealista com suas vontades, afinal, tudo isso tem que ser muito divertido.

A equipe do Cuidando do Seu dinheiro esta pronta para caminhar ao seu lado na busca do melhor para o seu projeto de qualidade de vida. Fale com a gente, será um grande prazer pode fazer parte desta caminhada.

powered by Deivison Pedrosa

Voce já pensou no que faz a gente evoluir?

Voce já pensou no que faz a gente evoluir?

Você já pensou no que faz a gente evoluir?

Alguns dizem que é o poder, outros dizem que são as teorias da evolução das espécies e outros, simplesmente o fato de existir. Mas na verdade, o que nos tira da inércia mesmo, é a nossa própria vontade de mudar, de buscar o novo, a vontade que nos coloca cara a cara com a nossa realidade.

Fernando Pessoa escreveu: “ Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos, do nosso potencial máximo.” Provavelmente os textos e informações que coloco neste blog, podem influenciar algumas pessoas a refletirem sobre o conceito material do dinheiro. Na verdade, o que eu acredito é na capacidade que todos temos de materializar nossos desejos, vontades e pensamentos, em nossa realidade. Mas não há receita pronta, apenas pequenas pistas que nos fazem refletir, porque somos únicos.

Talvez, pensando mais profundamente, acredito que precisamos ser mais autores do que telespectadores da nossa vida. Olhar e ir mais longe, por outro lado, por outros ângulos. Outras perspectivas. Pensar no que temos agora e no que poderemos ter e transformar. Resgatar o que nos motivou a chegar até aqui, o nosso passado, nossas origens, amores, paixões, dores, alegrias. Reconstruir nossa estrutura e nossa base…É preciso ser realista para descobrir a nossa realidade. E depois ter atitude para mudar. Aliás, atitude é uma pequena coisa que faz uma grande diferença.

“Seus pensamentos, sentimentos e quadros mentais podem ser chamados eventos externos em gestação, pois de uma forma ou de outra, cada um deles se materializa na realidade física.”
(A natureza da realidade pessoal -Seth- por Jane Roberts)

E assim, nós escolhemos para estar aqui, para ter uma vida melhor, aptos a mudar a nossa realidade, a buscar o novo, aptos a evoluir intelectualmente, espiritualmente e financeiramente. Romper com as crenças estáticas sobre o dinheiro que pairam sobre nós desde de criança. Quanto você acha que merece ter? Dinheiro traz a felicidade? Quais os acontecimentos que responderão a nossa condição material?

Vivemos no tempo que pensar de forma coletiva e sistêmica, é a saída para encontrar o equilíbrio das relações pessoais e materiais. Pensar no que é importante para você, pode e será importante para todos. Então merecemos ambicionar e querer ter sempre o melhor, para nós e para todos.

Todas estas opções, nos levam a experimentar diferenciar o Essencial do Supérfluo e a Estabelecer e Respeitar nossos limites e direitos. Somente assim, buscando ampliar nosso padrão de consciência sobre nossas diretrizes pessoais, modificando nossos hábitos, não sucumbindo aos milhares de impulsos que recebemos, seremos capazes de encontrar o equilíbrio em nossas ações e quebrar padrões pré-estabelecidos. Isto, sem dúvida, reverbera em nossa Vida financeira.

powered by Flavio Siqueira

Gestão Consciente do Dinheiro, voce faz?

Gestão Consciente do Dinheiro, voce faz?

Gestão Consciente do Dinheiro, você faz?

O consumo inconsciente é o pior inimigo do equilíbrio financeiro. Portanto, quem reflete de forma constante sobre as suas reais necessidades de consumo tende a ter uma Vida familiar mais equilibrado.

Quando falo em Gasto Consciente, quero me referir a maneira com a qual lidamos com nosso Orçamento. Geralmente nós efetuamos a maior parte dos nossos gastos pessoais por impulso. Alguns meses atrás, fiz uma pesquisa com nossos seguidores no Facebook, onde perguntamos exatamente qual o tipo de consumidor as pessoas se enquadrariam. O resultado da pesquisa foi alarmante, pois 67% das pessoas se enquadraram como Consumidores Compulsivos.

Isto acontece muitas vezes porque não verificamos a real necessidade de aquisição de um produto ou serviço. Em nosso post “Aprendendo a Gastar: Qual seu perfil de Consumo” procurei, baseado em estudos de comportamento, definir o que nos faz a consumir e como somos rotulados. Para estreitar mais ao longo deste ano de existência, mantive contato com diversas pessoas, através de palestras e atendimentos particulares, onde foi possível constatar que a maior parte das decisões de compras não obedecem nenhum critério. A maioria das pessoas Compram pelo simples Ato de Comprar. Vale a pena visitar o post onde falo sobre A Doença do Consumo, a Oniomania.

A nossa proposta neste post é difundir o padrão de Gestão Consciente do nosso dinheiro. Na verdade, é trazer algo que já fazemos em nossa Vida Profissional. Em nosso trabalho sempre somos orientados a economizar, cuidar e maximizar a utilização dos recursos que temos disponível para desempenhar nossas atividades. É assim que funciona no mundo corporativo, sem cometer desperdício. Então, porque não adotar o mesmo modelo?

Primeiro Passo: Reflita e se pergunte antes de sair comprando. Portanto, toda vez que for comprar, pergunte-se se o produto que você quer comprar vai agregar alguma coisa em sua qualidade de vida. Se tiver dúvida entre comprar ou não comprar, deixe para outro dia.

Segundo Passo: Uma vez tomada a decisão de comprar, pesquise em outros lugares e na internet . Compare preço e qualidade.

Terceiro Passo: Definido o lugar da compra, negocie preço, escolha o meio de pagamento mais adequado e, se possível, escolha pagar a vista e de preferência com desconto.

Este roteiro simples adotamos em nossa atividade profissional em todas as áreas, seja solicitando serviços internos, comprando materiais ou negociando com nosso chefe.

Mas, a nossa vida pessoal tem uma dinâmica diferente e não suportaríamos ser tão racionais e metódicos assim. Precisamos de liberdade, algo mais simples que nos ajude a fugir dos impulsos da mídia e do clima de consumismo criado. Na verdade somos bombardeados a consumir diariamente. Quem nunca comprou um aplicativo para o seu telefone celular sem ter necessidade ou porque é legal?

A Gestão Consciente começa com algo mais simples, porém eficiente. Quando for comprar alguma coisa, tenha em mente as seguintes perguntas e seja sincero em suas respostas:

Eu preciso realmente disso?
Para que?
Precisa ser agora?
Eu tenho dinheiro disponível?

O nosso principal desafio é ter atitudes conscientes e equilibradas em todos os aspectos de nossa vida, o que não é algo fácil. A nossa condição financeira, a maneira com a qual administramos nosso dinheiro, influencia diretamente em nossa qualidade de Vida. Nós sabemos como ganhar dinheiro e torna-se importante aprender a gastá-lo de maneira sustentável.

A felicidade esta diretamente ligada a um padrão de vida equilibrada. O dinheiro faz parte disso e nos ajuda a conquistar nossos sonhos, construir a realidade que queremos.

Você está On ou Off? Mais uma vez um vídeo que merece ser assistido, divulgado, e compartilhado. 

Oniomania: Comprar compulsivamente é sinal de doença

Oniomania: Comprar compulsivamente é sinal de doença

Oniomania: Comprar compulsivamente é sinal de doença

Vamos abordar um assunto, bastante sério e polemico neste post. Apesar deste distúrbio, não raro, estar cada vez mais presente, muitos ainda nem ouviram falar em Oneomania: “doença da dívida”.

O termo Oneomania (do grego onios, à venda, e mania, insanidade) é o termo técnico para o desejo compulsivo de comprar, mais comumente conhecido como síndrome do comprar compulsivo. O termo foi inicialmente utilizado por Kraepelin em 1915 e Bleuler em 1924.

Várias figuras históricas apresentaram episódios de compras em excesso. A rainha francesa Maria Antonieta era conhecida e odiada por seus excessos. Na mesma lista figuram nomes como Jackeline Kennedy Onassis, Imelda Marcos e a Princesa Diana. Segundo seus biógrafos, os episódios de compras desreguladas custaram-lhes dinheiro, problemas pessoais e, no caso de Maria Antonieta, a própria vida.

Embora tenha sido descrita há mais de cem anos, só nos últimos 15 anos a doença voltou a ser estudada. Porém, ainda pouco abordada virtualmente e em discussões sobre saúde mental. No entanto, o quadro parece estar a aumentar globalmente e seu desenvolvimento é fértil no mundo moderno. Com o advento de catálogos de compras pelos correios; canais de televisão dedicados a vendas e compras pela internet.

Se de fato estas figuras apresentavam oneomania, é um bom motivo para especulações.

O desejo incontrolável de gastar tem tratamento: inclui acompanhamento psicológico e medicação. Mas, é fundamental que a pessoa reconheça que está doente e precisa de ajuda.

Assim como, em qualquer quadro de dependência, consta que, dependentes compulsivos demoram a assumir seu problema. A idade média de início da doença é aos 18 anos, no entanto o comportamento só é percebido como problemático, 10 anos mais tarde.

Uma pessoa pode passar anos comprando compulsivamente e adquirindo dívidas, de até dez vezes a sua renda mensal, até perceber que sofre de uma doença. A ajuda só é procurada quando a situação financeira, da pessoa, chega a uma condição insustentável, comprometendo com frequência, também a situação familiar.

Para ajudar, a identificar este tipo de comportamento:

  1. Preocupações ou compras mal adaptadas como indicadas pelos seguintes
  • Preocupações ou impulsos frequentes, que são sentidos como irresistíveis, intrusivos ou sem sentido.
  • Compras frequentes, de mais do que se pode pagar. Itens que não são necessários ou comprar por períodos maiores do que planejado.
  • Evidência de sofrimento, o consumo do tempo, a interferência significativa do mau funcionamento social ou ocupacional, ou problemas financeiros.

 

  1. Não ocorre exclusivamente durante períodos de hipomaníaca ou mania.

Segundo a literatura científica no assunto, do dinheiro gasto pelos compradores compulsivos, 96% os gastam em roupas, 75% compram sapatos, 33% maquiagem, 42% jóias, 21% CDs e 25% gastam com itens colecionáveis.

 


 

Aqui no blog e em nossa página no Facebook, fizemos uma pesquisa onde perguntamos as pessoas como elas se julgavam enquanto consumidores.

A maioria, gritante, se julgou compulsivo.

 


Para os leigos, algumas perguntas podem ajudar a avaliar comportamentos de compras:

  • Você se sente preocupado\a em demasia com o ato de comprar ou gastar dinheiro?
  • Você acha que seu comportamento de comprar é excessivo, impróprio ou descontrolado?
  • Seus desejos, urgências, impulsos, comportamentos ou fantasias sobre comprar consomem muito tempo e lhe deixam chateado\a ou culpado\a e ocasionam sérios problemas na sua vida?

 

Como reconhecer se você é tem características de um comprador compulsivo?

Compradores compulsivos, quando se sentem deprimidos compram ou gastam para sentir-se melhor. Eles comprar para sentir um efeito euforizante, de certa forma semelhante a um toxicodependente, que usa drogas para conseguir um “barato”. Em geral, quanto mais caro ou mais supérfluo o item comprado (por exemplo, jóias), maior o efeito euforizante. As compras compulsivas afetam mais mulheres que homem e em geral o comprador gasta em coisas que não precisa. As festas de fim de ano ou datas comemorativas caracterizadas por compras fazem com que todos nós gastemos mais do que planejado. Todos, sofremos com compras compulsivas nestas épocas, que chamamos de “binge”( excesso de consumo em curto período de tempo). Um comprador compulsivo apresenta diversos períodos de “binge” por ano e estes podem ser restritos a apenas um tipo de compra, como sapatos, por exemplo. Na casa de um comprador compulsivo podem se encontrar pilhas de objetos comprados ainda com as etiquetas. Muitas vezes compra-se roupas ou sapatos que nem mesmo servem. Alguns nem mesmo se lembram de tê-los comprado. Quando a família começa a reclamar do comportamento, o comprador compulsivo começa a mentir ou a comprar escondido e a esconder os objetos pela casa. Conforme as dívidas começam a acumular e os relacionamentos interpessoais sofrem.

 

Oneomania

 Tratamento

Como o transtorno, ainda não é bem definido na literatura científica, mas, diversos tratamentos têm sido propostos:

  • Psicoterapia (seja ela, psicanalítica; cognitiva-comportamental)
  • Tratamento com medicamentos
  • Para os casos mais graves: mudança de hábitos

Mudança de hábitos

Para prevenir compras compulsivas, a orientação é, a alterar alguns hábitos. Que, aliás, são ótimos, para qualquer um que queira equilibrar-se financeiramente em suas vidas, apresentando ou não a oneomania:

  • Compre apenas com dinheiro e cartão de débito.
  • Destrua seus cartões de crédito, deixando apenas um guardado em local seguro, para o caso de emergências.
  • Faça listas de compras e só compre o que está na lista.
  • Evite lojas em promoção! Se você for a uma, tenha consigo a quantia certa de dinheiro que queira gastar.
  • Só passeie para ver vitrines, quando as lojas já estiverem fechadas. Se você for passear e vir lojas ou vitrines em horário comercial, deixe sua carteira em casa.
  • Não receba catálogos de compras, por telefone ou internet em casa. Se eles chegarem pelo correio, jogue-os direto no lixo. Não assista canais de compras!
  • Se, você for viajar para ocasiões festivas, compre os presentes e embrulhe-os antes mesmo de sair de casa.
  • Nomeie os sentimentos: Porque você compra? Porque está deprimido? Porque está entediado? Porque está se sentindo mal?
  • Exercite-se, quando o impulso de comprar aparecer.
  • Evite lugares e pessoas, que fazem com que você gaste dinheiro.
  • Leve um amigo, em quem possa confiar se tiver que fazer compras.
  • Pergunte a si mesmo: eu realmente preciso disto, ou estou comprando só porque o quero?
  • Lembre-se! Se você está se sentindo fora de controle, é porque realmente está.
  • Procure ajuda de um profissional de saúde mental para avaliação.